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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

realização

Isto é tão indescritivel quanto bom: ontem tive uma conversa noite dentro com um amigo espanhol de erasmus que é também companheiro de casa - e é um excelente ser humano e amigo, diga-se - e de facto pode muito bem ter sido uma daquelas conversas únicas em toda uma vida, em que não nos limitamos a ouvir e a falar: pensamos também, e... ou eu estou definitvamente enganado ou então sinto que a minha mentalidade evoluíu durante esse período.
Obviamente que não me porei para aqui a contar a conversa; de facto, apenas me interessam duas coisas para o propósito deste texto: celebrar a sua ocorrência, porque de facto conversas que correm bem, que funcionam, são algo de muito raro no que a mim diz directamente respeito; dar a novidade de que quero escrever um livro sobre um dos assuntos discutidos, ideia esta que não certamente não me ocorreu ontem, mas antes há já algum tempo. De qualquer modo, não vejo porque não reconhecer que me sinto outro depois da conversa, quiçá um homem mais disperto, mais consciencioso...
Em suma, mais analítico e crítico, mesmo - não exito em afirmar que compreendo melhor a realidade em geral. E tal graças a uma descoberta que fiz (talvez por caso, talvez não) e que, a confirmar-se a sua lógica, a qual já sou capaz de fundamentar mais ou menos bem (ontem provei-o não meditadamente ao amigo de Ciudad Real, o que só pode ser bom...), me permitirá vir a figurar entre os principais homens da história da humanidade. Haverá maior realização pessoal que plena consciência de tal?

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